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terça-feira, 22 de novembro de 2011

De Phakding a Namche Bazar

Bom dia, Alegria!!

Apesar de o Jorge não ter conseguido enviar notícias, posso dizer-vos que o que estava programado para hoje era a continuação da viagem, entre Phakding (A) e Namche Bazar (B), a 3.446 m de altitude.

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Estão a percorrer o Vale do Khumbu, pelo que não será fácil o contacto por email ou telemóvel…

Depois de chegarem a Namche Bazar, uma aldeia de montanha, com cerca de 800 habitantes, conhecida por ser local de passagem para todos os que vêm fazer trekking nesta zona dos Himalaias, irão ficar por lá 1 dia, para aclimatarem.

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Por outro lado, fazendo esta aldeia jus ao próprio nome, já que é realmente um centro de comércio, poderão aproveitar este dia para comprar o que for necessário.

Em breve, teremos certamente mais notícias do Nepal!!

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

De Lukla até Pahkding

Bom dia, Alegria.

Deixo aqui a tradução de um pequeno relato que se encontra no site do Club Alpino Ama Dablam.

«Acordar às 4h30 da matina. Umas quatro horas de sonho…

Tika e seus ajudantes levam-nos ao terminal de aeroporto para voos domésticos. O aeroporto é muito… “nepalense”!!

Voamos na avioneta da Tara Air sem nenhum incidente. Alguns de nós até dormimos no voo…

O Aeroporto de Lukla impressiona. Uma pista de 400m em pendente e o tráfego é intenso. A cada 5 minutos entra ou sai um voo…

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Passamos a manhã em Lukla (2840m) e comemos num “Lodge de um amigo e colaborador da agência, partindo depois para Pakhding (2610m).

Primeira etapa do trekking: 8.25 km, com 567 m de desnível positivo, que percorremos em 2:33:43

O trajecto é curto e perdemos altitude, mas ainda assim custa-nos um pouco, já que estamos a mais de 2600m.

As paisagens são impressionantes. Este é um paraíso e ainda agora começámos…

Uniu-se a nós Shevi, o nosso Sherpa de altura. Vem da subida a Ama Dablam, com um cliente. Não fala muito inglês, mas parece ser um indivíduo muito simpático.

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Ao final do dia, ficamos no Lodge, em Pakhding.

Descansamos, ceamos e conversamos um pouco… e vamos dormir, que estamos cansados deste primeiro dia e de ter dormido pouco.

Amanhã, iremos para Namche Bazaar, capital do Vale de Khumbu.»

NOTA: As fotos foram retiradas do twitter do JLCruz (o moço de óculos que se vê na foto de grupo).

De Kathmandu a Lukla

Já deixámos Kathmandu (A) em direcção a Lukla (B).
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Aterrámos seguros na estreita e curta pista de aterragem, que torna este um dos mais perigosos aeroportos do mundo.
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Lukla é uma aldeia de montanha, situada a 2860 metros de altura, popular por ser o único acesso para quem quer visitar esta parte da Cordilheira do Himalaia.
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Lá do alto, a nossa montanha aguarda por nós, por entre as nuvens…
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E vamos agora para Phakding (C), situada entre Lukla e Namche, a 3446m de altitude, para onde iremos aclimatar amanhã.
Até logo.
J.Ribeiro

domingo, 20 de novembro de 2011

Em Kathmandu

Amigos !!!!

O dia de hoje foi passado em compras em Katmandu.

Foram ultimados pormenores e ajustamentos de equipamentos e realizadas as compras da alimentação de altura.

Amanhã às 5h00 sairemos do Hotel com destino ao aeroporto. Voaremos às 06h00 da manhã para Lukla. Iniciaremos, então, o caminho de aproximação ao Vale de Kombu e à nossa Montanha. A = Lukla, B = Phakding, C = Dingboche

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Estamos a preparar os "petates" e os bidons com o material pesado. Tá quase tudo pronto. Jantámos muito bem e o moral é alto.

Daqui a pouco,depois de acertar as mochilas e os sacos vamos para a cama. uma noite que vai passar depressa. Já tenho telemóvel do Nepal e espero conseguir comunicar de forma mais rápida com todos vós.

Abraço-Vos e até amanhã!!!!

--
Jorge Ribeiro

Em Kathmandu – 1º Dia

Amigos!!!!

O dia da chegada foi muito bonito.

Tika e toda a família Bochi-Bochi foram mestres na arte de bem receber. Em pouco tempo fazem-nos sentir como que parte da sua família e isso é magnífico.

Estar num país pela primeira vez e ser assim recebido é de facto muitíssimo importante e marca a diferença para outras possíveis formas de chegar e estar.

É evidente que somos assim recebidos porque somos considerados como fazendo parte da família de Lolo. E a família de Tika adora Lolo. Existe entre os Sherpas e Lolo uma cumplicidade e uma ligação incrível. São muitos anos nas mais altas montanhas do mundo lado a lado e em que a solidariedade não termina na zona da morte mas que se estende bem acima dela. Esta é uma nota importante porque nem sempre esta ética é partilhada em altitude extrema. Mas nesta família e com Lolo é assim.

E as histórias de grandes dificuldades em altitudes extremas que vamos ouvindo aqui e ali contadas pelos seus intervenientes dá-nos essa sensação de que é fantástico poder integrar um grupo assim.

E fez-me lembrar o que o meu Rodrigo, da Bivaque, me contou da sua Expedição ao Island Peak, liderada pelo João Garcia, em que João no dia anterior foi equipar a via com corda nova, para que no dia da subida as coisas estivessem facilitadas. E de como estes gestos de solidariedade marcam a vida das pessoas.

João Garcia é aqui também reconhecido como grande alpinista e grande homem. Como eles dizem, o Português  João!

O jantar que Tika nos ofereceu foi magnífico. A comida nepalesa no seu melhor. Comemos muito e bem. O jantar foi bem regado e as danças e cantares nepaleses espalharam-se para além do palco por toda a sala. Foi bonito de ver.

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Depois fomos a um bar tomar una copa. E o grupo conheceu a proximidade e o prazer de se estar junto com outra Gente que partilha o amor à vida, ao Outro e às Montanhas. As rodadas seguiram-se. E a alegria tomou conta de nós.

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No regresso fomos de bicicletas com atrelado para o hotel, mas com a malta a pedalar e ficando os nepaleses sentados no lugar dos turistas. Foi bonito de ver.

Amigos chamam-me para o pequeno almoço e não posso tardar… Tou cheiinho de fome.

Abraço-Vos e voltarei depois para vos contar outras histórias. A sorrir.

--
Jorge Ribeiro

sábado, 19 de novembro de 2011

De Kathmandu

Amigos,

Chegámos bem a Kathmandu.

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Muitas horas sem dormir, mas temos de acertar os nossos relógios biológicos pelo que faremos a vida e os horários das gentes daqui.

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Depois de um grande passeio a pé pela cidade, regressámos ao Hotel.

Himalaias

Daqui a dois minutos saímos para jantar. Depois voltarei aqui para vos contar como tem corrido este dia (mais longo).

Abraço-vos a sorrir.

--
Jorge Ribeiro

De Doha, no Qatar

Amigos, 

Estou a escrever-vos do Aeroporto de Doha, no Qatar.

Estamos juntos à mesma mesa  e saboreamos uma refeição quente que a Qatar Airways gentilmente nos ofereceu.

Voar com a QA é um prazer. A mala tinha 26 kg e a mochila 11 kg, e nada foi cobrado. Os lugares no avião são confortáveis e com espaço bem generoso. O pessoal 5 estrelas.

O voo de Barcelona para o Qatar foi o mais agradável possível, já que sete horas num avião não é nada que se recomende, mas tem mesmo de ser. O aeroporto dispõe de wi-fi free pelo que foi possível aceder ao FB e colocar mais uma foto e um ou outro post.

O ambiente no grupo é muito bom e já nos vamos conhecendo, funcionando já como um Grupo. E isso é muito importante. As conversas e as partilhas de experiências acontecem de forma natural e vamos criando laços de amizade. O ambiente é bom. Muito bom mesmo.

Grupo_1

Alguns de nós passam pelas brasas porque o cansaço é de facto muito. Escrevo-vos aproveitando este silêncio e depois no avião espero adormecer um bom par de horas.

Carmen diz-me que já podemos embarcar. É tempo de irmos para o avião e voar até ao Nepal.

Desejo-vos uma noite tranquila e feliz. Até amanhã.

Abraços,

Jorge

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

1ª Foto de Grupo

Antes de partirem para Doha, às 15h35, o Jorge e os seus companheiros de viagem tiraram a que será a 1ª foto de Grupo!

Grupo

Por volta das 23h55 chegarão a Doha, no Qatar.

De lá apanharão novo voo às 04h45 que os levará a Kathmandu, no Nepal, onde chegarão amanhã pelas 11h45. Creio que as horas dos voos são horas locais, o que significa que chegarão a Kathmandu (+5h45) pelas 5h da manhã.

Que a longa viagem seja boa!!

Observações em Barcelona, antes da viagem em grupo

Bom Dia !!!!

A noite foi reparadora.

O despertador foi ligado mas acabei por acordar antes dele. E acordei com aquela sensação boa de que o (dis)stress de ontem se tinha convertido numa agradável síntese de que tudo estaria ok com o equipamento, de que não faltaria nada e de que mesmo que faltasse seria facilmente recuperável em Kathmandu.

Assim, de cabeça fresca e olhar sorridente, com um saboroso banho tomado, como que a água animada pela Luz lilás a cair sobre a minha cabeça e o meu corpo, fui tomar um bom pequeno almoço de tipo buffet.

A variedade de frutas era muito aceitável e optei pelos kiwis, meloa, melancia e ananás, acompanhados por sumos naturais de laranja e de ananás. Depois, uma passagem pelos queijos, que acompanhei com um pão de cereais e com muita fibras e um café expresso de qualidade apenas aceitável. Uns docinhos muito agradáveis acompanharam um último café expresso.

O ambiente da sala era assim misturado de pressas, de movimentos rápidos, em que não havia tempo para parar e esboçar um sorriso.

A crise sente-se, também em Espanha…

Os rostos carregados e um apetite voraz! Os pratos a encherem-se de comida, como se o pequeno almoço buffet do Hotel servisse para dar energias para um dia de muito trabalho.

Nota-se agora este sentimento de falta de esperança num futuro sorridente.

E é como se tivesse voltado à Espanha de há 30 e muitos anos quando havia gentes que não sorriam e em que os recursos eram escassos... Agora são imensos mas sente-se que imensamente mal repartidos.

Procuro movimentar-me por entre estas gentes, sem pressas, com a certeza de que a comida chega e que importa aproveitar estes momentos, para alimentar o corpo e não deixar de sorrir.

Os estrangeiros que passam pelo buffet são japoneses e de países da Europa de Leste, com ar de turistas de todo o ano e de empresários à pressa.

Aqui e ali, umas raparigas de países da América latina e de países do leste, com ar de se aventurarem na Europa na busca de melhores oportunidades de vida, mas com um ar, que sinto como que, de desamparo.

Os empregados correm pela sala para que nada falte, porque quando a luz de empty numa qualquer máquina se acende os gestos das gentes ficam carregados de desespero, e só sossegam quando os empregados dizem: «Há mais, já vamos buscar.»

É assim como se as pessoas temessem que de repente algo se esgotasse… E esse algo terá a ver, forçosamente, com a desilusão dos sonhos de há alguns anos, de um futuro cada vez mais rico e com mais bens à disposição, que se revelou uma utopia.

E ainda bem que assim foi, porque de outro modo o Mundo clivar-se-ia de uma forma abrupta entre o mundo dos Ricos e o Mundo dos Pobres, cavando cada vez mais esse fosso separador desses dois mundos.

O desenvolvimento terá que ser sustentado por valores de humanismo que a Europa não tem conseguido passar.

Falta-nos uma Europa Social, de rosto Humano, sem a burocracia do poder económico, cego pelo lucro fácil à custa das gentes que, dia a dia, de forma abnegada, trabalham para suprir as necessidades básicas das suas famílias.

A Europa tornou-se uma família de gentes mal-adoptadas por essa paternidade franco-alemã, que nem os seus próprios filhos alimenta, e que trata os filhos dos outros como mão de obra barata e desqualificada.

Esperemos que a crise faça com que esta Europa encontre novos caminhos sem que para isso seja necessário haver guerra.

É importante perceber que a desesperança que se vive em Portugal não é um sentimento apenas português e que por aqui também se sente. E de que maneira!! Talvez por aqui terem sido acalentados sonhos de utopias durante mais tempo, num período em que parecia que a luta pelos recursos estava ganha e que se poderia sonhar com um bem-estar duradouro.

Já vos escrevo estas notas do quarto.

Daqui a pouco chegarão de Málaga os meus companheiros de Expedição e por isso vou tratar de fazer o check-out e de pedir transporte para o Aeroporto El Prat, para ficar por lá à espera deles.

Estou tranquilo e sorridente.

Com vontade de os encontrar e de, a partir daí, encontrar um novo grupo de Amigos, fundamental para que os dias de Expedição sejam dias felizes, de partilha e de crescimento, enquanto seres pensante, com sede de um Futuro em sintonia com os Outros e com os elementos. Com as Montanhas, com os rios, com os vales e com a Vida.

Abraço-Vos a Todos com o meu sorriso e com olhos de Futuro !

--
Jorge Ribeiro

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O 1º dia!!

Amigos !!!!

Aqui estou eu a dar-vos conta da tarde de ontem, da noite e do dia de hoje.

Ontem foi um dia cheio de coisas para fazer relacionadas com a troca e o levantamento de dinheiro para o pagamento da expedição, do visto de entrada no Nepal e para as compras que teremos de fazer em Kathmandu. Tudo correu bem e consegui ao fim da tarde ter tudo tratado.

Depois foi o tempo de ir nadar, como faço habitualmente, encurtando a duração do treino 10 minutos para poder estar a horas na Livraria Ler Devagar, onde iria integrar a mesa de uma Tertúlia organizada pelo Grupo Unidades Terapêuticas, em boa hora criado pelo Doutor José Botas.

Foi um magnífico encontro entre profissionais de saúde mental que reflectiram, de uma forma criativa e inovadora, sobre antigas e novas problemáticas desta área. A Dra. Lurdes Lourenço relembrou o Mestre João dos Santos com os participantes de pé, formando uma roda, dando-lhe voz através da leitura de um magnífico texto sobre a criança interior e sobre a importância do brincar. Foi um momento intenso e de bonito recorte emocional. De facto, um magnífico momento antes da partida.

E veio a noite...... E o sono não aparecia.

O saco e a mochila ainda não estavam feitos e fechados. Foi uma noite em que o sono tardou, tardou, tardou .....

E a manhã chegou e com ela o levantar da cama e mãos à obra. E era muita coisa para um só saco e para uma mochila. O saco ficou com 25 Kg e a mochila com 14 kg.

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Uma expedição aos Himalaias exige uma quantidade enorme de material técnico e torna-se impossível não ultrapassar os pesos habituais nas actividades alpinas. Para além dos arneses, dos piolets, dos crampons, das botas de altura, jumar, mosquetões, fitas, etc., torna-se necessário levar equipamento para + 6000m e esse material é sempre mais volumoso/pesado.

As temperaturas de cume no IMJA TSE andam à volta dos -27º C, o que exige um reforço enorme do equipamento. Mas veio tudo.

A Easyjet acabou por cobrar 12€ por kilo a mais e lá paguei 60 €, pelo que no regresso terei de ver como contornar a questão.

Depois, a chegada a Barcelona foi tranquila com o serviço de transfer do Hotel Frontair Congress a funcionar, evitando assim pagamentos e aventuras nos transportes. Depois de instalado, foi tempo de ir jantar e de retemperar energias. Foi um jantar bom, com o pescado e o marisco a marcarem presença numa refeição muito bem confeccionada e impecavelmente servida. Terminei com um saboroso gelado.

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E já vos escrevo do quarto, já de dentinhos lavados e pronto para me deixar levar nos braços de Morfeu.

Foi um dia importante e que se cumpriu da melhor maneira possível, mas que, para mim, se mostra sempre muito cansativo.

E amanhã será dia de me encontrar e de conhecer todos os elementos que integram a expedição liderada por Lolo.

A partir de amanhã viajaremos juntos até Katmandu. E é já com isso que irei sonhar...

Antes de adormecer pensarei em todos os que, ao longo destes anos, me acompanham pelos caminhos da vida de uma forma sempre muito bonita e que me faz ter orgulho em cada um de Vós. E sabem que o digo e que o sinto assim mesmo.

Abraço-vos a todos com saudades mas também com vontade de "copular" com o Futuro e de crescer como Homem.

E as Altas Montanhas sempre ajudam os Homens que as querem subir de forma humilde, determinada e cheia de amor para com Ela, para com a Natureza e para com Todos aqueles que sobem connosco (Uns ao nosso lado e vocês Outros dentro de nós).

Até amanhã !

Jorge

De Barcelona

Amigos,

Já em Barcelona e com uma fome incrível.

Viajar na EasyJet não é fácil ... Mas abriu-me o apetite.

Viajar assim comprimido fez-me sede, vou fazer pela vida e já vos conto como foi.

Jorge

Em Barcelona!!

Olá a todos!!

Acabei de teclar com o Jorge e ele já está em Barcelona, depois de ter feito o voo com peso a mais!! ;)

Ele diz que não foi do almoço… E a gente “acredita”!! ;)

Hospedado no Frontair Congress Barcelona, preparava-se para ir beber umas canas e comer qq coisa!! (E não quer ele ter peso a mais!! Hehehe!!)

Depois do jantar, prometeu dar notícias. Esperemos até lá!

Abreijinhos a todos!

S.Valentim